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  • Ponte Pênsil de São Vicente

    As obras de restauração e recuperação estrutural da centenária Ponte Pênsil, em São Vicente (SP), foram encerradas com êxito após dois anos, e a via foi reaberta ao público em outubro de 2015. A Concrejato, que executou o trabalho, substituiu os 16 cabos da ponte, sendo oito cabos de cada lado em dois níveis diferentes. A manobra havia sido realizada anteriormente apenas quatro vezes em todo o mundo e foi pioneira no Brasil. Ao longo das obras, a equipe encontrou questões técnicas não previstas no projeto inicial e que demandaram soluções altamente especializadas. O trabalho configura-se como uma obra de engenharia diferenciada, mais difícil do que construir uma ponte pênsil, pois envolveu mantê-la e ao mesmo tempo renová-la no quesito estrutural e de restauração. Além do desafio da recuperação da estrutura metálica, que mantém a condição primeira da execução da ponte com elementos de fixação em rebites, a obra foi executada sem interrupção de tráfego para pedestres e ciclistas. Entre os principais desafios da obra estão a execução de uma ponte auxiliar, paralela à existente e também pênsil, com cabos provisórios, trabalho que exigiu que a Contemat Geotecnia executasse fundações em estaca do tipo raiz em uma área exígua. A Concrejato também executou blocos provisórios para suportar essa nova ponte já existente.
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  • Restauro do Mosteiro de São Bento

    As obras de restauração do Mosteiro de São Bento foram concluídas, e a Igreja de Nossa Senhora de Montserrat foi reinaugurada no dia 11 de julho de 2015, dia de São Bento. A restauração começou em 2004 e foi dividida em três fases. O trabalho, executado pela Concrejato, recuperou as obras que haviam perdido suas cores originais, como as imagens de São Bento, Santa Escolástica e Nossa Senhora de Montserrat, restauradas passo a passo com a autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Localizada no Centro do Rio de Janeiro, a construção, do século XVII, teve restauradas ainda a Nave central, incluindo forro, paravento, talha que reveste paredes, púlpitos e as capelas laterais. Outra novidade é a implantação de um programa de visitas com áudio guia em português, inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e libra, que possibilitará maior compreensão acerca deste importante patrimônio cultural. Durante as obras, um químico assessorou a equipe para fazer fórmulas específicas para cada parte da restauração. Foi necessário, por exemplo, encontrar uma fórmula de verniz que não prejudicasse as peças centenárias. Toda a obra foi realizada sem interferir nas atividades rotineiras do mosteiro. Foi um trabalho extremamente meticuloso que incluiu a retirada de inserções arquitetônicas impróprias realizadas ao longo de mais de três séculos.
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  • Igreja Matriz de São Luiz do Paraitinga

    Destruída quase completamente após uma enchente em janeiro de 2010, a Igreja Matriz de São Luiz de Tolosa, na pequena cidade de São Luiz do Paraitinga, no interior do Estado de São Paulo, foi reinaugurada em maio de 2014 após um minucioso trabalho de reconstrução executado pela Concrejato. Os serviços, iniciados em setembro de 2011, contemplaram o resgate das ruínas do templo, como altares, vitrais, piso em ladrilho hidráulico e o forro. A construção é tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (CONDEPHAAT), da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, e forma com os demais prédios históricos da cidade conjunto arquitetônico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A população da cidade – que tem pouco mais de 10 mil habitantes – teve participação ativa nas discussões sobre o projeto de reconstrução. Diante da ligação afetiva dos moradores com a igreja, optou-se por reconstituir o templo o mais fielmente possível ao que era originalmente. Para resolver o problema da diferenciação histórica – sendo possível distinguir o que é da construção original e o que é novo -, o novo templo foi feito em estrutura metálica, que é uma técnica diferenciada, já que parte do templo original era feita em taipa de pilão. Nos altares de mármore – cujos cacos foram recolhidos e remontados -, optou-se por preencher as partes faltantes com resina. Entre os destaques do trabalho estão ainda a reconstituição das tábuas do forro, retorcidas após dias submersas, e a colocação da nova estrutura metálica, com quase 300 toneladas, sobre as ruínas da igreja original.
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